Compota de Ruibarbo

Ruibarbo é uma planta que me mantinha curiosa. De repente, por alturas de fim de Abril e inícios de Maio, todos os anos, os blogs estrangeiros que eu sigo enchem-se de receitas com ruibarbo.

Mas afinal o que era isto? Parecia aipo, vegetal que detesto, mas não sei porquê, insisto em comprar e colocar na sopa, ou acelga, que detesto ainda mais que aipo, mas com uma cor avermelhada tão apelativa e todas as receitas nos blogs pareciam tão deliciosas que ainda me deixou com mais vontade de experimentar.

Por isso, não descansei enquanto não encontrei algures e pude cozinhar. Foi no Mercado de Arroios (ou 31 de Janeiro) que consegui encontrar. Talvez no de Benfica também exista (ou num mercado Bio), mas ali é quase impossível estacionar ao sábado de manhã, que é quando tenho oportunidade para estas explorações.

No seu estado cru, é verdadeiramente intragável (sim, trinquei um pedacinho quando comprei e antes de cozinhar), mas depois de cozinhado, ganha um sabor frutado que liga maravilhosamente com natas ou com frutos silvestres, daí tantas receitas com este vegetal, serem acompanhadas também de frutos silvestres ou morangos em particular.

Comecei por fazer uma compota, que serviu para o elemento final: uma tarte (que partilharei aqui futuramente).


Ingredientes:

  • 250 gr de ruibarbo
  • ½ colher de sopa de amido de milho
  • ½ colher de sopa de sumo de limão
  • 100 gramas de açucar

Levar tudo ao lume e deixar ferver cerca de 4 a 5 minutos ou até se perceber uma textura. Deixar arrefecer e guardar num frasco de vidro.

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